sexta-feira, 28 de março de 2014

CEOs e Coaching


Dois terços dos CEOs (Chefe Executivo de Ofício, ou Diretor Executivo) não recebem aconselhamento sobre liderança, porém a maioria está aberto a receber conselhos de um Coach. "Sozinho no topo", é o que aponta pesquisa realizada em grupo pelo Center for Leadership Development and Research na Stanford Graduate School of Business, Stanford University’s Rock Center for Corporate Governance, e o The Miles Group.

"Quase 100% dos CEOs entrevistados revelam que gostam do processo de receber treinamento sobre liderança e Coaching", diz David F. Larcker, chefe do time de pesquisa. Devida a importância do aconselhamento à um CEO, é assustador saber que 66% deles está seguindo sozinho. Isto se deve ao estigma de que Coaching é algo a ser usado para sanar um problema, ao invés de ser uma ferramenta para melhorar o desempenho.

Este pensamento vem também dos membros do conselho das empresas, cuja maioria vem de uma época onde Coaching realmente era um remédio e não uma ferramenta, o que provoca atritos quando um CEO decide contratar um Coach, uma vez que a atitude mais comum é a de "em time que está ganhando não se mexe". Tanto que 78% dos CEOs que receberam Coach disseram a idéia partiu deles, e apenas 21% respondeu que a idéia veio dos membros do conselho.

Mesmo os melhores CEOs tem seus pontos cegos, que são menos óbvios quando as coisas estão indo bem, mas quando a empresa encontrar dificuldades eles podem ser devastadores. Um ponto de vista neutro é essencial para os executivos e pode aumentar dramaticamente seu desempenho.

O maior foco das sessões de Coach para CEOs tem sido em como lidar com conflitos, pois trata-se de um papel chave que eles precisam desempenhar, e um executivo que sabe lidar com conflitos de maneira construtiva pode atingir a raíz dos problemas, ao invés de evitá-los.

Mas como escolher um Coach? De maneira resumida, um Coach executivo deve ser neutro, ao invés de agir como se o CEO fosse um simples cliente. O treinamento deve ser criado sob medida para o caso, e não aparecer com soluções prontas e encaixar o executivo em uma delas. Deve ser uma pessoa com boa dinâmica interpessoal e ter pensamento intuitivo sobre o negócio, para junto com sua neutralidade poder fazer com que o CEO entenda a causa dos problemas, de maneira franca e honesta.

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