quarta-feira, 30 de julho de 2014

Hoje eu só quero que o dia termine bem!



Essa música faz um convite lindo sobre se permitir sorrir, amar, ser feliz! Enfim, viver!!!

Simples Desejo
Luciana Mello
Compositor: Jairzinho Oliveira , Daniel Carlomagno

Que tal abrir a porta do dia,dia
Entrar sem pedir licença
Sem parar pra pensar
Pensar em nada

Legal ficar sorrindo à toa,toa
Sorrir pra qualquer pessoa
Andar sem rumo na rua

Pra viver e pra ver
Não é preciso muito
Atenção, a lição
Está em cada gesto
Tá no mar, tá no ar
No brilho dos seus olhos
Eu não quero tudo de uma vez
Eu só tenho um simples desejo

Hoje eu só quero que o dia termine bem
Hoje eu só quero que o dia termine muito bem

Legal ficar sorrindo à toa,toa
Sorrir pra qualquer pessoa
Andar sem rumo na rua

Pra viver e pra ver
Não é preciso muito não
Atenção, a lição
Está em cada gesto
Tá no mar, tá no ar
No brilho dos seus olhos
Eu não quero tudo de uma vez não
Eu só tenho um simples desejo

Hoje eu só quero que o dia termine bem
Hoje eu só quero que o dia termine muito bem


sexta-feira, 25 de julho de 2014

O que te motiva a trabalhar?


Qual sua motivação para trabalhar? Independente de qual você acha que seja, é fato que o trabalho repetitivo a destrói lentamente. O senso de progresso e de um propósito é o que realmente motiva as pessoas. Pelo menos é isso que diz Dan Ariely, professor de psicologia e economia comportamental. Veja como ele demonstra isso através de dois experimentos usando LEGO (!?).

quarta-feira, 23 de julho de 2014

O CALDEIREIRO


Um caldeireiro foi contratado para consertar um enorme sistema de caldeiras de um navio a vapor que não estava funcionando bem.
Após escutar a descrição feita pelo engenheiro quanto aos problemas e de haver feito umas poucas perguntas, dirigiu-se à sala de máquinas. Olhou, durante alguns instantes, para o labirinto de tubos retorcidos.
A seguir, pôs-se a escutar o ruído surdo das caldeiras e o silvo do vapor que escapava. Com as mãos apalpou alguns tubos .
Depois, cantarolando suavemente só para si, procurou em seu avental alguma coisa e tirou de lá um pequeno martelo, com o qual bateu apenas uma vez em uma válvula vermelha.
Imediatamente, o sistema inteiro começou a trabalhar com perfeição e o caldeireiro voltou para casa.
Quando o dono do navio recebeu uma conta de R$ 2.000,00 queixou-se de que o caldeireiro só havia ficado na sala de máquinas durante quinze minutos e solicitou uma conta pormenorizada.
Eis o que o caldeireiro lhe enviou:
Total ................: R$ 2.000,00
Martelada ..........: R$ 0,50
Saber onde martelar ....: R$ 1.999,50

sábado, 19 de julho de 2014

Milton Hyland Erickson, base da PNL


É comum nos utilizarmos de metáforas como maneira de transmitir uma idéia ou pensamento fazendo uso de uma história. O coaching consiste em levar uma pessoa do estado atual à um estado desejado. Curiosamente existe uma técnica conhecida como metáfora terapêutica, que consiste em uma técnica especial de se contar histórias que propicia à pessoa descobertas importantes, conscientes ou inconscientes, que gera novos comportamentos produtivos, criada por Milton H Erickson. 

Milton Hyland Erickson, psiquiatra nativo dos Estados Unidos,  (Aurum, Nevada, 5 de Dezembro de 1901 — Phoenix, Arizona, 25 de Março de 1980) foi especialista em terapia familiar sistêmica e uma das autoridades mundiais nas técnicas de hipnose aplicadas à psicoterapia. É conhecido principalmente pelo dom de ter construído uma metodologia extremamente poderosa para auxiliar e fazer intervenções terapêuticas em pessoas necessitadas de mudança, transformação e adequação comportamental, incluindo aí as metáforas terapêuticas e suas técnicas: histórias, metáforas, comparações, paráfrases, entonações vocais diferentes em aspectos importantes, muita imaginação, criatividade e flexibilidade e, principalmente, muita sensibilidade ao observar os estudantes e suas mínimas manifestações (feedbacks, reações e comunicações).

Erickson tinha seis "discípulos": Dr. Steven Lankton, Dr. Jeffrey Zeig, Dr. Ernest Rossi, Dr. Richard Bandler e Dr. John Grinder, co-criadores da PNL, e Dr. Robert Dilts.
O Dr. John Grinder contou que, junto com o Dr. Richard Bandler, estudou e observou atentamente o trabalho de Erickson. Na forma de brincadeira, imitavam e copiavam posturas e entonações vocais do Dr. Erickson durante as aulas e sessões. Perceberam que, quando tais posturas e maneiras de falar passaram a acontecer naturalmente em seus comportamentos, estavam prontos para começar a escrever os trabalhos sobre Erickson e sobre a ciência nascente: a Programação Neurolingüística.

Dr. Erickson vivia dentro de outros paradigmas: talvez o presente fosse conseqüência do futuro. Então, o processo terapêutico poderia ser abordado como um processo de aprendizagem no qual a atuação do terapeuta seria transformada na do professor, e ao paciente seriam ensinadas novas estratégias e mostrados alguns recursos que já possuísse, mas que, muitas vezes, não soubesse que o possuía ou onde, especificamente, poderia usá-lo. Outro reenquadramento precioso é o fato de que o inconsciente ganhou um novo papel: ele não é mais algo contra o qual o terapeuta deve investir ou elaborar táticas de defesa. Muito pelo contrário, talvez seja o maior aliado do ser humano.

Ele dizia que "em todo aprendizado existe sempre um pouco de confusão e um pouco de esclarecimento ou compreensão". Sua percepção a respeito do que é a aprendizagem era muito útil para as suas intervenções. Se prestarmos atenção, veremos que muitas de nossas crenças e de nossas decisões significativas aconteceram após um evento de grande dúvida e confusão. Essa maneira de entender a aprendizagem estava diretamente ligada à sua fé nas aprendizagens inconscientes, nos recursos e ferramentas que a maior parte das pessoas possui, porém, muitas vezes guardadas e sem uso em ocasiões de necessidade.

"Ninguém sofre por querer, e sim por não saber como fazer diferente."

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Algumas vezes é preciso ceder!

Sem perceber, às vezes, a arrogância prevalece, pois o nosso desejo de “vencer” é superior, maior que o nosso “bom senso”. Esse vídeo reflete o resultado desta arrogância, mas também o efeito de um pouco de gentileza e humildade.
Vamos permitir o cultivo de um coração leve e macio para o bem de todos os seres? Que tal?

terça-feira, 15 de julho de 2014

O Corpo Fala


Editora: VOZES
Autor: WEIL, PIERRE e TOMPAKOW, ROLAND
ISBN: 8532602088
ISBN-13: 9788532602084
Ano: 1986
Edição: 69ª
Número de Páginas: 288
Acabamento: Brochura

Sinopse: 

Este livro tenta desvendar a comunicação não-verbal do corpo humano, primeiramente analisando os princípios que regem e conduzem o corpo. A partir desses princípios, aparecem as expressões, gestos e atos corporais que, de modos característicos, estilizados ou inovadores, expressam sentimentos, concepções, ou posicionamentos internos.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Equilíbrio na Vida




Recentemente lí uma passagem no livro "O Podemos Aprender Com Os Gansos", de Alexandre Rangel, que tem muito a ver com a dificuldade em pesar cada aspecto de nossas vidas, para dar a importância real a cada uma delas. O texto realmente é de fazer pensar, ótimo para dar aquele pontapé. Segue o mesmo, e no fim, detalhes do livro (que recomendo!):
Imagine a vida como um jogo de malabares, em que você lança ao ar cinco bolas. Estas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito. O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima. Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas.
Entenda isto e busque o equilíbrio na vida. Como?
  • Não diminua seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial. Não fixe seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só você está em condições de escolher o que é melhor para você;
  • Dê valor e respeite as coisas mais queridas de seu coração. Apegue-se a elas como a própria vida. Sem elas, a vida carece de sentido. Não deixe que a vida escorra entre os dedos, vivendo no passado ou no futuro. Se viver um dia de cada vez, viverá todos os dias de sua vida;
  • Não desista, quando você ainda é capaz de um esforço a mais. Nada termina, até o momento que se deixa de tentar. Não tema admitir que não é uma pessoa perfeita;
  • Não tema enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes;
  • Não exclua o amor de sua vida, dizendo que não é possível encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dando amor. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegando-se demasiadamente a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dando-lhe asas;
  • Não corra tanto pela vida, a ponto de esquecer onde esteve e para onde vai;
  • Não tenha medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente;
  • Não use imprudentemente o tempo ou as palavras. Eles são coisas que jamais poderemos recuperar;
  • A vida não é uma corrida, mas uma viagem que deve ser desfrutada passo a passo;
  • Lembre-se: ontem é história, amanhã é mistério e hoje é uma dádiva. Por isto é que se chama “presente”.

Este livro originalmente podia ser encontrado em dois volumes, mas em 2013 foi lançada uma edição que contém os dois em apenas um livro:

Editora: Original
Autor: Alexandre Rangel
ISBN: 9788562900143
Ano: 2013
Edição: 1ª
Número de Páginas: 334
Acabamento: Brochura

Sinopse: O segredo da qualidade de vida e do sucesso profissional muitas vezes está nos detalhes mais simples do dia a dia. Por meio de parábolas, fábulas e diversas histórias, Alexandre Rangel nos leva à reflexão de valores como humildade, respeito, generosidade e prudência, para melhorar a comunicação e nos ajudar a alcançar o equilíbrio do bem-estar físico e metal. Em formato pocket para ser mantido sempre por perto, a obra reúne em edição definitiva mais de 250 lições de cooperação, liderança e motivação.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O Tijolo!


Corremos tanto nessa vida que nem percebemos as coisas e pessoas ao nosso redor as vezes. Gostaria de compartilhar com vocês uma parábola e convido a refletir sobre ter mais atenção, correr menos e perceber o mundo a nossa volta.

"Um jovem e bem sucedido executivo estava dirigindo pela vizinhança, em seu novo jaguar. Ele estava observando se crianças estariam se lançando entre os carros estacionados e diminuiu um pouco a velocidade quando de repente achou que havia visto algo.

Enquanto seu carro passava nenhuma criança apareceu. Ao invés disto, um tijolo se espatifou na porta lateral do jaguar. Ele freou bruscamente e deu ré até o lugar de onde havia vindo o tijolo. Pulou do carro, e pegou bruscamente uma criança e a empurrou contra um carro estacionado gritando:

- Que que é isso? Quem é você? Que porcaria você pensa que está fazendo? Este é um carro novo e caro e aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro. Por que você fez isto?

- Por favor senhor, por favor me desculpe, eu não sabia mais o que fazer, ninguém estava disposto a parar de correr e me atender neste local.

Lágrimas corriam de seu rosto e ele apontava na direção dos carro estacionados.

- É meu irmão, ele desceu sem freio e caiu de sua cadeira de rodas e eu não consigo levantá-lo.

Soluçando, o menino perguntou ao executivo:

- O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas? Ele está machucado e é muito pesado para mim.

Movido internamente muito além das palavras, o motorista engoliu o nó imenso em sua garganta. Ele levantou o jovenzinho, o colocou em sua cadeira de rodas, tirou seu lenço e limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo iria ficar bem.

- Obrigado e que Deus possa abençoá-lo, disse a criança.

O homem então viu o menino se distanciar, empurrando seu irmão na cadeira de rodas em direção à sua casa. Foi um longo caminho de volta para o seu jaguar... um longo e lento caminho de volta.

Ele nunca consertou a porta amassada. Ele deixou o amassado para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, que alguém tivesse que atirar um tijolo para obter a sua atenção.

Deus sussurra em nossas almas e fala aos nossos corações. Algumas vezes quando não temos tempo de ouvir, ELE tem de jogar um tijolo em nós.

Tente ouvir o sussurro, não espere pelo tijolo. Uma alegria compartilhada se transforma em dupla alegria; uma dor compartilhada, em meia dor. O coração fala sussurrando... é preciso muita atenção para ouví-lo !"

terça-feira, 8 de julho de 2014

Wall Street 2: O Dinheiro Nunca Dorme


Título original: Wall Street: Money Never Sleeps
Gênero: Drama
País/ano: EUA / 2010
Duração: 133 min
Diretor: Oliver Stone

Este filme é uma sequência de Wall Street, sucesso de 1987 que mostra os bastidores do mundo dos grandes negócios da década de 1980. Com base na crise econômica global de 2008 que levou ao colapso o sistema bancário americano, o filme relata de forma bastante clara, mesmo para quem não entende de altas finanças, como se formou o que ficou conhecido como “subprime”, crédito de risco concedido a um tomador que não oferece garantias suficientes para se beneficiar da taxa de juros mais vantajosa (prime rate).

Após passar oito anos na cadeia por fraudes financeiras, Gordon Gekko (Michael Douglas) ganha a liberdade. Impossibilitado de operar no mercado financeiro, ele dedica seu tempo a realizar palestras onde critica o comportamento de risco dos mercados e promove seu novo livro, "A cobiça é boa?". Na saída de uma de suas palestras, Jacob Moore (Shia LaBeouf) ganha dez minutos de atenção do palestrante ao falar que é noivo de sua filha, Winnie Gekko (Carey Mulligan). Com problemas de relacionamento familiar Gordon faz um acordo com Jake para ajudá-lo em sua carreira profissional em troca de uma nova oportunidade de se aproximar de sua filha. Com o passar do tempo, este relacionamento torna-se uma busca por vingança contra Bretton James (Josh Brolin), responsável pela prisão de Gekko e por induzir o tutor de Jake, Lewis Zabel (Frank Langella) a cometer suicídio após sua falência de modo fraudulento.

O filme mostra de forma bastante intensa como os players do mundo altamente lucrativo das negociações ignoram os sentimentos humanos em troca do acúmulo de riquezas, através da valorização da ganância e da cobiça, e como estar dentro desse "seleto" grupo afeta o seu estilo de vida até, comportamentos, crenças, valores e relações interpessoais. 

“Essa é uma história de família. Sobre pessoas buscando o equilíbrio entre o seu amor pelo poder e pelo dinheiro e sua necessidade de serem amadas por alguém”, diz Stone.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Coaching - A Arte de Soprar Brasas


Editora: Qualitymark
Autor: Wolk, Leonardo
ISBN: 9788573037449
Ano: 2008
Edição: 1ª
Número de Páginas: 216
Acabamento: Brochura

Sinopse:

O Autor é fundador e diretor da Leading Group, consultoria argentina que trabalha com programas de liderança transformacional, desenvolvimento de competências e cursos de coaching executivo. O livro trata do mesmo nicho: o coach como líder, visto da forma "mestre e aprendiz", com temas como emoção, linguagem, modelos mentais e crenças, que de acordo com o autor são temas que devem ser revistos para permitir o crescimento pessoal. Possui uma abordagem provocativa e investigativa.

É um livro de leitura fácil, que pode ser lido por pessoas sem muita experiência em coaching, recomendado a todos que buscam crescimento pessoal, com foco no mundo empresarial, ou mesmo que precisam atuar neste meio, como terapeutas e gerentes.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Quer ser feliz? Seja grato!

A única coisa que todos os seres humanos têm em comum é que cada um de nós quer ser feliz, diz o irmão David Steindl-Rast, um monge e estudioso ecumênico. E felicidade, ele sugere, nasce da gratidão. Uma lição inspiradora sobre desacelerar, olhar para onde você está indo, e acima de tudo, ser grato.

terça-feira, 1 de julho de 2014

O Advogado do Diabo


Título original: The Devil's Advocate
Duração: 140 min
Gênero:  Drama | Mistério | Thriller
Direção: Taylor Hackford
Ano: 1998
País de origem: EUA

Este filme conta a estória de Kevin Lomax (Keanu Reeves), um jovem e bem sucedido advogado de uma pequena cidade da Flórida conhecido por nunca perder um caso. Através de sua fama, Kevin é contactado pelo misterioso John Milton (Al Pacino), dono da maior firma de advocacia de Nova York, para defender alguns casos de seu interesse. Apesar da desaprovação de sua mãe,  Alice Lomax (Judith Ivey), o jovem enxerga a oferta como uma oportunidade ímpar para crescer profissionalmente, aceitando-a e mudando-se rapidamente para a cidade que nunca dorme.

A partir deste cenário inicial, o filme relata um grande conflito entre ética e ambição profissional, onde o advogado do diabo alimenta a sua vaidade vencendo casos sem preocupações pela legitimidade ou pela justiça, apenas para saciar seu vício pelo sucesso, subindo na vida a qualquer custo e tornando-se cego e surdo a tudo que está a sua volta. É bastante claro também o conflito entre a vida pessoal e profissional, onde podemos observar o ambicioso jovem abrindo mão do convívio familiar até mesmo na decadência emocional e psicológica de sua esposa. Esta relação fica bastante clara quando John o questiona sobre abandonar um dos casos para cuidar de Mary Ann (Charlize Theron) e ele revela: "Sabe do que eu tenho medo? De deixar o caso, ela melhorar e eu a detestar por isso.".

O confronto final com seu mentor, revelado como o próprio Diabo através de um intenso jogo de descobertas, é uma ótima metáfora para representar o contato direto de uma pessoa com seu lado mais sombrio. Desperta a necessidade da reflexão sobre os testes que a vida nos proporciona e a real motivação existente por traz de nossas escolhas. Mostra de forma bastante clara que, por mais difícil que seja de aceitar, somos os únicos responsáveis por nossas atitudes e decisões.

Um dos pontos importantes também relacionados é o livre arbítrio, conhecido também como liberdade interna ou liberdade de querer. Significa que a decisão entre duas possibilidades opostas pertence, única e exclusivamente, à vontade do próprio indivíduo, e só é possível de ser realizada conscientemente quando há o conhecimento objetivo e correto de ambas.