sexta-feira, 30 de maio de 2014

Trabalho Inútil


Estou lendo o livro "Contos Budistas", coletânea de histórias ilustradas sobre os aspectos e conceitos do pensamento budista, e uma parábola me chamou a atenção. Chamada de "Trabalho Inútil", faz pensar sobre os fardos inúteis que insistimos em carregar:
Um velho monge e um jovem monge estavam andando por uma estrada quando chegaram a um rio que corria veloz. O rio não era nem muito largo nem muito fundo, e os dois estavam prestes a atravessá-lo quando uma bela jovem, que esperava na margem, aproximou-se deles. A moça estava vestida com muita elegância, abanava o leque e piscava muito, sorrindo com olhos muito grandes.
Oh – disse ela –, a correnteza é tão forte, a água é tão fria, e a seda do meu quimono vai se estragar se eu o molhar. Será que vocês poderiam me carregar até o outro lado do rio
E ela se insinuou sedutora para o lado do monge mais jovem. 
O jovem monge não gostou do comportamento daquela moça mimada e despudorada. Achou que ela merecia uma lição. Além do mais, monges não devem se envolver com mulheres. Então ele a ignorou e atravessou o rio. Mas o monge mais velho deu de ombros, ergueu a moça e a carregou nas costas até o outro lado do rio. Depois os dois monges continuaram pela estrada. 
Embora andassem em silêncio, o monge mais novo estava furioso. Achava que o companheiro tinha cometido um erro ao ceder aos caprichos daquela moça mimada. E, pior ainda, ao tocá-la tinha desobedecido às regras dos monges. O jovem reclamava e vociferava mentalmente, enquanto eles caminhavam subindo montanhas e atravessando campos. Finalmente, ele não aguentou. Aos gritos, começou a repreender o companheiro por ter atravessado o rio carregando a moça. Estava fora de si, com o rosto vermelho de tanta raiva. 
Ora, ora –, disse o velho monge. - Você ainda está carregando aquela mulher? Eu já a pus no chão há uma hora. E, dando de ombros, continuou a caminhar.

Seguem os dados do livro, para os interessados:
Título: Contos Budistas
Editora: Martins Editora
Autor: Sherab Chödzin e Alexandra Kohn
ISBN: 8533617534
ISBN-13: 9788533617537
Ano: 2003
Edição: 1ª
Número de Páginas: 80
Acabamento: Brochura

quinta-feira, 29 de maio de 2014

A Arte do Otimismo!


Problemas??? O que é isso?

Problema nada mais é que uma dificuldade na conquista de um determinado objetivo, sonho ou meta. Essa dificuldade, em minha opinião, depende única e exclusivamente da forma como o encaramos e enfrentamos. O verdadeiro problema, na verdade, é a história que contamos para nós mesmos sobre a dificuldade e não a própria dificuldade em si. 
Na realidade, dificuldades são fatos, e não existem fatos dramáticos, nós que os dramatizamos. Isso mesmo, a forma e o tamanho dos nossos problemas somente dependem de como nós vemos o problema, da nossa percepção.

Vale nessa situação uma conversa consigo mesmo, momento de reflexão e se questionar:  “Estou sendo otimista ou pessimista?” Segundo o Dicionário Aurélio, pessimismo é a “disposição de espírito que leva o indivíduo a encarar tudo pelo lado negativo, a esperar de tudo o pior”.
Então, o que é ideal para você, ser otimista ou pessimista? A escolha é importante e é onde mora o seu livre arbítrio. Se existe a possibilidade de encarar as coisas pelo seu lado positivo, ser pessimista é uma escolha ou a falta dela. Somos responsáveis por nossas vidas! Nossas escolhas do passado nos colocaram onde estamos hoje e nossas escolhas de hoje determinarão onde estaremos no futuro. Simples assim!

Escolha ser o protagonista de sua história. Que na situação “problema”, seja ela qual for, decida estabelecer uma meta e motive-se! A escolha certa e os caminhos para vencer os desafios é você quem faz em sua vida. Acredite no seu potencial e mantenha o seu otimismo para lutar e vencer o que precisa.

Convido vocês a assistirem o vídeo e a refletir um pouquinho mais! Você é otimista ou pessimista?

quarta-feira, 28 de maio de 2014

O Samurai Idoso


"Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que adorava ensinar sua filosofia para os jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda que ele ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos contra-atacava com velocidade fulminante.

O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. E, conhecendo a reputação do velho samurai, estava ali para derrotá-lo, aumentando sua fama de vencedor.

Todos os estudantes manifestaram-se contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos - ofendeu inclusive seus ancestrais.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho mestre permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados pelo fato do mestre ter aceito tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: Como o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?

- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? - perguntou o velho samurai.

- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.

- O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos - disse o mestre. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo."

Metáfora do Samurai Idoso
Autor desconhecido.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Mais Sobre a Inveja: Usando-a

Semana passada falamos sobre a inveja no ambiente de trabalho, causada pela competitividade do ambiente do trabalho e em como lidar com os invejosos nesse meio.
Mas e se algum dia você parar e notar que o invejoso é você mesmo? Maravilhoso! É possível usar a inveja como ferramenta, transformando esse sentimento destrutivo em algo melhor através da ressignificação, que pode potencializar a sua pessoa. Sim, pois a inveja "normal" é o sentimento de ter aquilo que o outro possui, mas ao invés de querer exatamente aquilo que o outro tem, é possível se fazer perguntas poderosas e usar a inveja para:

  • Revelar o que falta na sua vida: ao invés de querer o que o outro tem, use a inveja para identificar possíveis lacunas em sua vida, e trabalhe em torno desse objetivo. Se pergunte "por que eu quero tanto isso?" em vez de "por que ele tem e eu não?";
  • Ter inspiração: transforme seu sentimento de raiva em admiração pelo outro. Aquela pessoa está te mostrando que é possível e pode ser feito;
  • Dar direcionamento: talvez você não tenha o mesmo que o outro por não ter direcionamento, metas, objetivos claros. "Como ele conseguiu isso?" Se você também quer, é preciso se esforçar. Trabalhe, planeje os passos necessários para chegar lá;
  • Revelar objetivos: há uma parte de nós que inveja o outro não por aquilo que ele conseguiu mas por ser quem ele é. Aquela pessoa te irrita? Por que? Por exemplo, você se irrita por ele estar sempre cercado de amigos? Talvez você queira ser cercado de amigos, mas suas inibições não te deixam. Por que não trabalhar nisso?

Afinal, você tem inveja de todo mundo? Não. Você sente inveja de pessoas que tem sucesso em áreas que não te interessam? Não! Inveja vem apenas quando as outras pessoas tem sucesso em coisas que te interessam. Transforme a inveja, é capaz de ser um sentimento de admiração coberto pela raiva.

Para finalizar, fiquem aqui com mais um vídeo do TED, dessa vez pela Parul Sehgal, no qual ela nos faz pensar mais sobre a inveja:

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Felicidade é uma decisão, é “só questão de ser.”


Esta semana falamos muito sobre felicidade! E para falar um pouquinho mais, uma linda música para relaxar e refletir! Esta canção traz uma linda mensagem sobre felicidade. Felicidade é uma decisão, é “só questão de ser.”

FELICIDADE
Marcelo Jeneci
Compositor: Marcelo Jeneci, Chico César

Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz,
Sentirá o ar sem se mexer,
Sem desejar como antes sempre quis,
Você vai rir... sem perceber,
Felicidade é só questão de ser,
Quando chover... deixar molhar...
Pra receber o sol quando voltar.
Lembrará os dias que você deixou passar sem ver a luz,
Se chorar, chorar é vão,
Porque os dias vão pra nunca mais...

(Refrão)
Melhor viver meu bem,
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você,
Chorar, sorrir também e depois dançar na chuva
Quando a chuva vem.

Melhor viver meu bem,
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você,
Chorar, sorrir também e dançar,
Dançar na chuva quando a chuva vem.

Tem vez que as coisas pesam mais
Do que a gente acha que pode aguentar,
Nessa hora fique firme pois tudo isso logo vai passar,
Você vai rir... sem perceber...
Felicidade é só questão de ser,
Quando chover... deixar molhar...
Pra receber o sol quando voltar.

(Refrão)
Melhor viver meu bem,
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você,
Chorar, sorrir também e depois dançar na chuva
Quando a chuva vem.

Melhor viver meu bem,
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você,
Chorar, sorrir também e dançar,
Dançar na chuva quando a chuva vem.
Dançar na chuva quando a chuva vem.
Dançar na chuva quando há chuva,
Dançar na chuva quando a chuva vem.




segunda-feira, 19 de maio de 2014

Treinando a Emoção para ser Feliz


Editora: Academia de Inteligência
Autor: Cury, Augusto
ISBN: 8576652382
ISBN-13: 9788576652380
Ano: 2007
Edição: 1ª
Número de Páginas: 188
Acabamento: Brochura

Sinopse:

Nunca tivemos uma indústria de lazer tão grande e diversificada, mas o homem nunca foi tão triste e sujeito a tantas doenças psíquicas. Nada é tão belo e complexo quanto a emoção. Ela é capaz de tornar ricos em miseráveis e miseráveis em ricos. Não é simples navegar nas águas da emoção, mas você pode treinar a sua emoção para ser feliz e tranqüilo, para gerenciar os pensamentos, superar a ansiedade e descobrir coragem na dor, força na fragilidade, lições nos fracassos. O livro - 'Treinando a emoção para ser feliz', aponta-nos um caminho prático para educar a emoção e resgatar o prazer de viver.


Editora: Plugme
Autor: Cury, Augusto
Leitor/Narrador: Ciocler, Caco
Idioma: Português
ISBN: 8561559977
ISBN-13: 9788561559977
Ano: 2009
Edição: 1ª

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Inveja. Isso é real no ambiente de trabalho! Como lidar?


Faz parte da natureza do ser humano competir e esta competição está presente em qualquer contexto da vida. E é muito comum, no ambiente de trabalho, que as pessoas busquem melhores oportunidades para se destacarem mais que os colegas. Essa competição e ambição são saudáveis e até servem de estímulo para alcançar cargos mais altos e de destaque.

Mas, às vezes essa competição deixa de ser algo positivo, e se torna uma coisa ruim. A pessoa passa a não admitir ser superada em nenhum aspecto, as conquistas de colegas passam a incomodar e então surge um dos pecados capitais e um grave problema: a inveja.

O colega invejoso não aceita o fato de que a outra pessoa tenha um cargo melhor, ganhe mais do que ele ou possua maior prestígio na empresa, seja um destaque. Com isso a competitividade se torna exagerada, e até destrutiva e perseguidora. Pois, o invejoso não quer só apenas conquistar o mesmo status do colega, mas deseja também que ele perca ou não conquiste o cargo inventando histórias, fazendo fofoca, tentando ganhar aliados.

Os indivíduos que invejam os colegas de trabalho, na realidade, são profissionais inseguros, que não acreditam na sua própria capacidade de crescimento. Dependem que os outros façam por ele seus trabalhos, não se sentem capazes. O invejoso não consegue compreender que pode construir uma boa carreira profissional com os próprios talentos e esforços, para isso basta conhecer seus pontos fortes e pontos de melhoria.

O que a inveja pode causar?
A inveja gera intrigas, fofocas e até sabotagens. Isso torna o ambiente de trabalho com o clima pesado, desagradável e consequentemente acaba diminuindo a motivação e o desempenho do profissional invejado e isso deixa o invejoso FELIZ. Assim, o colaborador que é alvo da inveja corre o risco de perder a autoconfiança.
Entretanto, não tem um maior prejudicado neste contexto que o próprio invejoso. Esse sentimento o faz imaginar outra realidade, na qual ele enxerga as situações sob uma visão equivocada onde ele se sente injustiçado pelas conquistas do outro.

Se você tem um invejoso na empresa que você trabalha, como você deve agir?
Isso não é simples! Mas algumas atitudes podem ajudar a diminuir esse problema:
  • Busque não falar de sua vida íntima e de seus projetos pessoais. Isso permitirá que ele conheça seus pontos fracos e vai usar isso a favor dele e tudo contra você.
  • Evite os grupinhos de fofoca! Se falarem mal de alguém à você, seja  neutro. Nesses grupos sempre estão presentes pessoas invejosas!
  • Não saia espalhando para seus colegas as conversas que teve com o chefe sobre seu trabalho e desempenho. Muito menos, seus objetivos na empresa e de seu futuro profissional. No seu primeiro vacilo, ele vão usar isso para fofoca e contra você! Esses comentários só dão ao colega invejoso mais motivo para invejar você.
Boa sorte! E para todos, invejosos ou não, apenas seja o melhor que você pode ser no seu trabalho. Use seus pontos fortes para conquistar mais e conheça e aceite seus pontos de melhoria para trabalhá-los e ser alguém melhor.

terça-feira, 13 de maio de 2014

A Corrente do Bem


Título original: Pay It Forward
Gênero: Drama
País/ano: EUA/2000
Duração:  123 min
Diretor: Mimi Leder

Este belíssimo filme relata de forma bastante consistente como o patrocínio positivo nas próximas gerações pode remodelar a forma como vivemos, nos conscientizando de nossos atos e decisões e de como eles estão intimamente relacionados as pessoas que nos cercam. O filme começa com um grande desafio lançados pelo professor de estudos sociais Eugene Simonet (Kevin Spacey) a seus alunos no início do ano letivo. Ao apresentar-se a turma, ele motiva as crianças a pensarem sobre o que eles podem fazer para mudar o mundo. Ainda inconsciente das proporções do desafio, o professor inicia seu trabalho avaliando o esforço e a imaginação dos garotos em contribuir para um mundo melhor e se depara com uma teoria bastante interessante, a do "pay it forward" (passe para frente).

Trevor McKinney (Haley Joel Osment), tem a simples ideia de ajudar três pessoas, conhecidas ou até mesmo estranhas, em algo que seja realmente relevante para elas. Como retribuição, estas pessoas devem passar para frente esta generosidade, ajudando mais três pessoas e assim sucessivamente. Em suas primeiras tentativas, Trevor logo descobre algo que ele não havia imaginado, que as pessoas poderiam quebrar a corrente do bem. Mesmo diante deste tipo de situação, o garoto não desiste e continua sua jornada.

Durante o desenrolar do filme podemos presenciar diversos tipos de casos que podem ser trabalhados em sessões de Coaching, como o de ressignificação de Arlene McKinney (Hellen Hunt), mãe de Trevor, e de superação de traumas, caso do próprio professor Simonet. Após conhecer a teoria, Alene reflete sobre sua vida e seus conflitos com sua mãe, a qual havia se afastado e perdido o contato. Já o professor, que possui um forte trauma de infância devido ao alcoolismo do pai, começa a ver as pessoas que o cercam de forma menos analítica e crítica, permitindo-se até mesmo em entrar em um relacionamento e mostrar seu corpo repleto de cicatrizes devido a  fortes queimaduras a uma mulher sem medo de assustá-la.

Um excelente filme com lições valiosas. Vale a pena conferir a repercussão da corrente do bem dentro e fora da telinha, já que hoje existem grupos de pessoas trabalhando para concretizar esta ideia.

domingo, 11 de maio de 2014

Mensagem Especial - Dia das Mães!


"Quando nasce um bebê, nasce uma melodia. Quando nasce um bebê, a vida renasce."
A conhecendo.me quer desejar a vocês mamães, um feliz dias das mães. E dizer que seja o melhor que podem ser para seus filhos, pois eles serão reflexo da infância que tiverem, princípios, valores e exemplos apresentados por vocês, e assim construirão o seu processo de identidade!
Convido vocês a assistirem esse lindo vídeo da JOHNSON'S® baby e se emocionarem!

Lindo dia!!!




sexta-feira, 9 de maio de 2014

Sistema da Punição e Recompensa


Você vive procrastinando? Tem algo de importante para fazer mas sempre deixa para depois? Ligue Djá! Tenho aqui uma dica para ajudar você: o sistema da punição e recompensa.

Nesse sistema você deve se tratar como se fosse uma criança. Ei, não ria, funciona! É uma técnica usada com crianças para modificações de comportamento, mas que pode ser usada em sí mesmo. O negócio é ter disciplina suficiente para se punir caso não atinja um objetivo que você determinou, e se recompensar se conseguiu fazer a tempo.

Por exemplo, suponhamos que você tenha que escrever um artigo. Isso deve ter uma data final, digamos que seja até o dia 10 deste mês (amanhã!). Se passar das 12:00 do dia 10 e você ainda não escreveu o artigo, punição: nada de ver filmes, jogar futebol, videogame, etc. Se ponha de castigo no quarto, senta a bund* na cadeira e fica lá até escrever alguma coisa! Mas caso você tenha feito tudo a tempo, ou mesmo se acabar ainda no dia 10, é preciso se recompensar: saia pra ver um filme, ligue para sair com os amigos ou tome um sorvete. Lembre-se: nada de diversão caso tenha procrastinado! Caso consiga, se dê um presente.

É possível fazer uma adaptação desse sistema a um dos princípios da produtividade, a regra 60-60-30. Essa regra consiste em dividir um período em que se deve trabalhar em fatias de tempo, daí vem os números: trabalhar 60 minutos sem intervalos, depois mais 60 e dar um intervalo de 30 minutos. A adaptação do sistema de punição e recompensa aos 60-60-30 consiste em trabalhar 50 minutos, sem interrupções, e dar uma pausa de 10 minutos. Não importa como esteja o andamento, é preciso dar o intervalo. Tome um café, dê uma caminhada, vá até a janela olhar a paisagem. Depois volte, trabalhe mais 50 minutos, e mais uma pausa de 10. Caso você tenha feito isso com sucesso, parabéns, agora se presenteie com um intervalo de meia hora. Caso contrário, refaça o ciclo.

Disciplina!

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Resiliência, força e superação!


Problemas? Todos temos. O grande desafio é superá-los! Então, que tal reconhecer a queda e não desanimar, levantar, sacudir a poeira e dá a volta por cima? O maior exemplo disso é a história de Nicholas James Vujicic. Convido vocês a assistirem os vídeos abaixo, refletirem e se emocionarem!




segunda-feira, 5 de maio de 2014

Felicidade


Ontem, iniciei uma nova leitura a qual seu prefácio chamou-me atenção. Como ela me fez refletir bastante, decidi compartilhar uma parte dele com vocês. O texto é um pouco extenso mas vale a pena ser lido.

"Desde os primórdios da humanidade, o ser humano procura a felicidade como a terra seca clama pela água. É fácil conquistá-la? Nem sempre! Os poetas a homenagearam, os romancistas a descreveram, os filósofos a contemplaram, mas grande parte deles a saudaram apenas de longe.

Os reis tentaram dominá-la, mas ela não se submeteu ao seu poder. Os ricos tentaram comprá-la, mas ela não se deixou vender. Os intelectuais tentaram entendê-la, mas ela os confundiu. Os famosos tentaram fasciná-la, mas ela lhes contou que preferia o anonimato. Os jovens disseram que ela lhes pertencia, mas ela lhes disse que não se encontrava no prezar imediato e nem se deixava encontrar pelos que não pensavam nas consequências dos seus atos.

Alguns acreditaram que poderiam cultivá-la em laboratório. Isolaram-se do mundo e dos problemas da vida, mas a felicidade enviou um claro recado dizendo que ela apreciava o cheiro de gente e crescia no  meio das dificuldades. Outros tentaram cultivá-la com os avanços da ciência a da tecnologia, mas eis que a ciência e a tecnologia se multiplicaram e a tristeza e as mazelas da alma se expandiram.

Desesperados, muitos tentaram encontrar a felicidade em todos os cantos do mundo. Mas no espaço ela não estava, nos mais altos edifícios não fez morada, no interior dos palácios não habitava. Cansados de procurá-la, alguns disseram: 'ela não existe, é um sonho de sonhadores que nunca acordam.'

A felicidade bateu à porta de todos. Deu sinal de vida na história dos abatidos e dos animados, dos depressivos e dos sorridentes, dos que representam e dos que vivem sem maquiagem. Sussurrando aos ouvidos do coração, ela disse baixinho: 'Hei! Não estou no mundo em que você está, mas no mundo que você é !'. Confusos, gritando: 'O quê?  Fale mais alto!'. Com a voz de uma suave brisa ela delicadamente balbuciou: 'Não  me procure no imenso espaço nem nos recantos da terra. Viaje para dentro de você.  Eu me escondo nas vielas da sua emoção, no cerne do seu espírito.'

A maioria das pessoas não entendeu a sua linguagem. Esperavam que ela se manifestasse como o ribombar dos trovões. Mas ela ama o silêncio. Sorrateira, ela  aparece quase imperceptível nas curvas da vida e nas coisas singelas da existência.

Por não entendê-la, navegamos sem leme. Desprezamo-la, mas ela resistiu. Maltratamo-la, mas ela, por um instante, apareceu e logo se dissipou. O resultado é que a felicidade habitou na alma de muitos por pouco tempo e na alma de poucos por toda a vida..."

Augusto Cury
Treinando a Emoção para Ser Feliz.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

O Poder da Vulnerabilidade

Brené Brown, autora, oradora e estudiosa americana, atualmente professora e pesquisadora, passou os últimos doze anos pesquisando e realizando estudos sobre coragem, vergonha e vulnerabilidade.

Neste vídeo ela compartilha, de forma divertida e simplificada, uma descoberta que a levou em busca do autoconhecimento assim como o entendimento da humanidade. Ótimo vídeo para ver nesse clima de feriadão, mesmo que esteja trabalhando. Só não diga que eu falei isso...

 Mais sobre Brené Brown no site do TED.