domingo, 31 de agosto de 2014
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Cuerdas (Cordas)
Esse filme foi escrito e dirigido por Pedro Solís García e é um filme cheio de nuances, conta uma história de amizade entre duas crianças muito especiais, mas é também uma obra que fala de valores e sonhos. É uma bela história inspirada na diversidade funcional de um garoto, afetado pela paralisia cerebral desde o nascimento. É uma lição de igualdade e solidariedade, mas também é, de certa forma, um espelho que reflete todos esses sacrifícios armados apenas com um amor que quem assiste vive através dos olhos inocentes e puros de uma menina.
Convido vocês a assistirem e se perguntarem: O que vale a pena nessa vida mesmo?
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Qual é a tua obra?
Editora: VOZES
Autor: CORTELLA, MARIO SERGIO
ISBN: 8532635792
ISBN-13: 9788532635792
Ano: 2012
Edição: 18ª
Número de Páginas: 144
Acabamento: Brochura
Sinopse:
A ideia de trabalho como castigo precisa ser substituída pelo conceito de realizar uma obra... Enxergar um significado maior na vida aproxima o tema da espiritualidade do mundo do trabalho. Este é um texto sobre as inquietações do mundo corporativo. Neste livro o autor procura desmistificar conceitos e pré-conceitos, e define o líder espiritualizado, como aquele que reconhece a própria obra e é capaz de edificá-la, buscando o significado das coisas.
domingo, 24 de agosto de 2014
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
O Pescador e o Samurai
Um dia, um samurai foi cobrar uma dívida do pescador que lhe devia fazia muito tempo.
- Me desculpe – disse o pescador -, mas este ano está sendo muito ruim para mim e não tenho dinheiro para pagar o que lhe devo.
O samurai desembainhou sua espada e se preparou para matar o pescador ali mesmo. Pensando rápido, o pescador disse:
- Estou estudando artes marciais e aprendi com meu mestre que nunca se deve atacar dominado pela raiva.
O samurai o encarou e, lentamente, baixou a espada.
- Seu mestre é muito sábio – disse calmamente. – O meu mestre me ensinou o mesmo. Às vezes a minha raiva me cega.
Darei a você mais um ano para pagar a dívida, mas se faltar um centavo que seja, pode ter certeza de que o matarei sem piedade!
O samurai voltou para casa, aonde chegou tarde da noite, entrou pé ante pé, não querendo acordar a esposa, mas teve um choque ao encontrar duas pessoas na cama, sua mulher e um estranho vestido como samurai.
Numa onda de ciúme e fúria, alçou a espada para matar ambas, mas, de súbito, recordou-se das palavras do pescador:
“Não ataque movido pela raiva”.
O samurai parou por um momento, respirou fundo e fez um ruído deliberado. Imediatamente a esposa acordou, como também o “estranho”, que, na verdade, era a sogra dela.
- O que significa isto? – gritou o marido. – Quase matei vocês duas!
- Ficamos com medo de ladrões – disse a esposa – e vestimos sua mãe com uma de suas armaduras de samurai para espantá-los.
Passado um ano, o pescador procurou o samurai.
– Tive um ano excelente, por isso aqui está o que lhe devo, mais juros – disse o pescador todo contente.
- Guarde o seu dinheiro – respondeu o samurai. – Você já me pagou sua dívida há muito tempo atrás. Muito obrigado!
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
A arte da imperfeição - Wabi Sabi
"Por que é que ficamos obcecados com as coisas que não podemos mudar, e não as coisas que podemos?", pergunta Cheryl Hunter.
Eu confesso que tenho uma ânsia interior pela perfeição, é algo que trabalho muito em mim. Mas isso as vezes me massacra internamente, faz com que não respeite quem sou e meus limites.
Porém, será que o Universo é assim? As criações que mais nos tocam são perfeitas?
Nesse vídeo de Cheryl Hunter fala sobre Wabi Sabi uma arte da imperfeição. Faz parte da filosofia japonesa.
“Perceber a beleza que se esconde nas frestas do mundo imperfeito é uma Arte. Você conhece aquela história de que os tapetes persas sempre tem um pequeno erro, um minúsculo defeito, apenas para lembrar a quem olha de que só Deus é perfeito? Pois é, a Arte da Imperfeição começa quando a gente reconhece e aceita nossa condição humana. Perceber a beleza que se esconde nas frestas do mundo imperfeito é uma Arte.”
Convido vocês a assistirem a a refletirem um pouco sobre a Imperfeição.
Convido vocês a assistirem a a refletirem um pouco sobre a Imperfeição.
domingo, 17 de agosto de 2014
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Coaching Esportivo
Editora: Leader
Autor: Gustavo D'Avila e Lulinha Tavares
ISBN: 8566248163
ISBN-13: 9788566248166
Ano: 2014
Edição: 1ª
Número de Páginas: 208
Acabamento: Brochura
Sinopse:
Considerada uma das profissões que mais cresce no mundo desde a última década, o Coaching começou a ganhar mais espaço no futebol há aproximadamente seis anos e vem ocupando a cada dia mais aceitação e sendo cada vez mais utilizado por atletas, comissões técnicas e gestores.
Este livro se propõe a explicar para o leitor, utilizando-se de uma linguagem simples e objetiva, o que significa esse termo Coaching, quem é esse profissional - o Coach -, como ele atua, como esse processo se desenvolve no desporto de alto rendimento e como está auxiliando os desportistas a alcançarem suas metas e melhorarem seus resultados.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
O Gigante Egoísta - Oscar Wilde
Um lindo texto para reflexão!
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Todas as tardes, ao saírem do colégio, as crianças costumavam a ir brincar no jardim do Gigante.
Era um jardim lindo e grande, com grama verde e suave. Aqui e ali, sobre a grama, apareciam flores belas como estrelas, e havia doze pessegueiros que, na primavera, abriam-se em flores delicadas em tons de rosa e pérola, e davam ricos frutos no outono. Os pássaros pousavam nas árvores e cantavam tão docemente que as crianças costumavam parar de brincar para ouvi-los.
- Como nos sentimos felizes aqui! - exclamavam elas.
Certo dia ele voltou. Ele tinha andado visitando seu amigo, o ogre da Cornualha, e ficara sete anos com ele. Depois de sete anos ele já havia dito tudo que tinha o que não tinha para dizer, já que sua conversa era limitada, e resolveu voltar para seu próprio castelo. Ao chegar, ele viu as crianças brincando no jardim.
- O que é que vocês estão fazendo aqui? - gritou ele com uma voz muito ríspida, e as crianças saíram correndo.
- O meu jardim é meu jardim - disse o Gigante. - Qualquer um pode compreender isso. Eu não vou permitir que ninguém brinque nele, a não ser eu mesmo.
De modo que ele construiu um muro alto em torno do jardim e colocou um cartaz de aviso.
OS INVASORES SERÃO PROCESSADOS!
Ele era um Gigante muito egoísta.
As pobres crianças agora não tinham mais onde brincar. Elas tentaram brincar na estrada, mas a estrada era muito poeirenta e cheia de pedras duras, e eles não gostavam. Começaram a passear em torno do muro depois das aulas, conversando sobre o lindo jardim que ficava lá dentro. "Como éramos felizes lá!", diziam uma ás outras.
Então chegou a Primavera, e por todo o país apareceram pequenas flores e pequenos pássaros. Só no jardim do Gigante Egoísta é que continuava a ser inverno. Os passarinhos não gostavam de cantar lá, porque não havia crianças, e as árvores se esqueceram de florescer. Uma vez uma flor bonita chegou a brotar, mas ao ver o cartaz de aviso ficou com tanta pena das crianças que se enfiou de volta no chão e adormeceu. Os únicos que estavam contentes eram a Neve e o Gelo.
- A Primavera se esqueceu deste jardim - eles exclamaram -, de modo que podemos viver aqui o ano inteiro.
A neve cobriu toda a grama com seu manto branco, e o Gelo pintou todas as árvores de prata. Eles convidaram o Vento do Norte para se hospedar com eles, e ele veio. Todo enrolado em peles, rugia o dia inteiro pelo jardim, derrubando as chaminés com seu sopro.
- Este lugar é ótimo - disse ele. - Nós precisamos convidar o Granizo para vir fazer uma visita.
E o Granizo apareceu. Todos os dias, durante três horas, ele matracava no telhado do castelo até quebrar quase todas as telhas, e depois corria, dando voltas pelo jardim o mais depressa que podia. Sempre vestido de cinza, soprava gelo para todo lado.
- Não entendo porque as Primavera está demorando tanto a chegar! - disse o Gigante Egoísta, sentado junto à janela e olhando para seu jardim frio e branco. - Espero que o tempo mude logo.
Mas a Primavera não apareceu, nem o Verão. O Outono trouxe frutos dourados para todos os jardins, mas nenhum para o do Gigante.
- Ele é muito egoísta - disse o Outono.
De modo que ali ficou sendo sempre inverno, e o Vento Norte e o Granizo, a Neve e o Gelo dançavam em meio às árvores.
Certa manhã, o Gigante estava deitado, acordado, na cama, quando ouviu uma música linda Soava com tal doçura em seus ouvidos que ele até pensou que deviam ser os músicos do Rei que passavam. Na realidade era apenas um pequeno pintarroxo cantando do lado de fora de sua janela, mas já fazia tanto tempo que ele não ouvia um só passarinho em seu jardim que aquela parecia ser a música mais bonita do mudo. E então o Granizo parou de dançar sobre a cabeça dele, e o Vento do Norte parou de rugir, e um perfume delicioso chegou até ele, através da janela aberta.
- Acho que finalmente a Primavera chegou - disse o Gigante. - E, pulando da cama, olhou par fora.
O que ele viu?
A visão mais bonita que se possa imaginar. Por um buraquinho no muro as crianças haviam conseguido entrar, e estavam todas sentadas nos ramos das árvores. Em todas as árvores que ele conseguia ver havia uma criança. E as árvores estavam tão contentes de terem as crianças de volta que se cobriram de flores, balançando delicadamente os galhos, por cima da cabeça da meninada. Os passarinhos voavam de um lado para outro, chilreando de prazer, e as flores espiavam e riam. Era uma cena linda, e só em um canto é que continuava as ser inverno. Era o canto mais distante do jardim, e nele estava de pé um menininho. Ele era tão pequeno que não conseguia alcançar os ramos da árvore, e ficou andando em volta dela, chorando, muito sentido. A pobre árvore continuava coberta de neve e de gelo, e o Vento do Norte soprava e rugia acima dela.
- Sobe logo, menino! - dizia a Árvore, curvando os ramos o mais que podia. Mas o menino era pequeno de mais.
E o coração do Gigante se derreteu quando ele olhou lá para fora.
- Como eu tenho sido egoísta! - disse ele. - Agora já sei porque a Primavera não aparecia por aqui. Eu vou colocar aquele menininho em cima daquela árvore, depois vou derrubar o muro, e meu jardim será um lugar onde as crianças poderão brincar para sempre e sempre.
Ele estava realmente arrependido do que tinha feito. E assim, desceu a escada, abriu a porta da frente com toa a delicadeza, e saiu para o jardim. Mas quando as crianças o viram ficaram tão assustadas que fugiram, e o inverno voltou ao jardim. Só o menininho pequeno é que não fugiu, porque seus olhos estavam marejados de lágrimas e não viu o Gigante chegar. E o Gigante aproximou-se de mansinho por trás dele, pegou delicadamente em sua mão e o colocou em cima da árvore. A árvore imediatamente floresceu, e os passarinhos vieram cantar nela; e o meniniho esticou os braços, passou-os em torno do pescoço do Gigante e o beijou. Quando viram eu o Gigante não era mais mau, as outras crianças voltaram correndo, e com elas veio a Primavera.
- Agora o jardim é de vocês, crianças - disse o Gigante. E pegando um imenso machado, derrubou o muro. Quando toda a gente começava a iro para o mercado, ao meio-dia, lá estava o Gigante brincando com as crianças no jardim mais bonito que todos já haviam visto.
Elas brincavam o dia inteiro, mas quando chegava a noite despediam-se do Gigante.
- Mas onde está seu companheirinho? - perguntou ele. - O menino que eu botei em cima da árvore.
O Gigante gostava dele mais do que de todos os outros, porque ele lhe havia dado um beijo.
- Nós não sabemos - responderam as crianças. - Ele foi embora.
- Vocês têm de dizer a ele par anão deixar de vir aqui amanhã - disse o Gigante.
Mas as crianças disseram que não sabiam onde ele morava, e que jamais o haviam visto antes. O Gigante ficou muito triste.
Todas as tardes, quando acabavam as aulas, as crianças iam brincar como Gigante. Mas o menininho de quem o Gigante gostava nunca mais apareceu. O Gigante era muito bondoso com todas as crianças, mas sentia saudades de seu primeiro amiguinho, e muitas vezes falava nele.
- Como eu gostaria de vê-lo! - costumava dizer.
Os anos se passaram, e o Gigante ficou mais velho e fraco. Ele já não conseguia brincar direito, e então ficava sentado em uma poltrona enorme, olhando as crianças que brincavam e admirando seu jardim.
- Tenho tantas flores lindas - dizia ele -, ma as crianças são as flores mais bonitas de todas.
Certa manhã de inverno, ele olhou pela janela enquanto se vestia. Agora já não odiava o inverno, pois sabia que este era apenas a Primavera enquanto dormia, e que as flores estavam descansando.
De repente ele esfregou os olhos, espantado, e olhou, e olhou, e olhou. Era por certo uma visão maravilhosa. No cantinho mais distante do jardim havia uma árvore toda coberta de flores brancas. Seus ramos eram dourados, carregados de frutos de prata, e debaixo deles estavam o menininho que ela amava.
O Gigante correu pelas escadas, com a maior alegria, e saiu para o jardim. Cruzou depressa o gramado e chegou perto do menino. E quando chegou bem perto, seu rosto ficou rubro de raiva, e ele disse:
- Quem ousou te ferir?
Nas palmas das mãos da criança estavam as marcas de dois pregos, como m haviam marcas de dois pregos em seus pezinhos.
- Quem ousou te ferir? - gritou o Gigante. - Dize-me, para que eu possa tomar de minha grande espada para matá-lo.
- Não - respondeu o menino -, pois essas são as feridas do Amor.
Quem és? - perguntou o Gigante, e quando o temor apossou-se dele, ajoelhou-se diante da criança.
A criança sorriu para o Gigante e lhe disse:
- Você me deixou, certa vez, brincar em seu jardim, e hoje você irá comigo par ao meu jardim que é o Paraíso.
Naquela tarde, quando as crianças chegaram correndo, encontraram o Gigante morto, deitado debaixo da árvore, todo coberto por flores brancas.
Oscar Wilde, escritor irlandês (1854-1900)
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
domingo, 10 de agosto de 2014
Mensagem Especial - Dia dos Pais
"Um pai presente é como a luz que guia o peregrino durante sua longa jornada, ajuda a escolher o melhor caminho, oferece o conforto e calor, dá abrigo e segurança nos momentos mais difíceis da vida. Reconhecer essa luz é a recompensa maior que um pai e um filho podem receber em suas vidas. Obrigado Pai por ser a luz presente em minha vida e por me fazer compreender a importância de eu ser a luz na vida de meus filhos." (Luis Alves)
Feliz dia dos pais!
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Como grandes líderes inspiram ação
Por que Martin Luther King liderou o movimento de Direitos Civis? Por que a Apple é tão inovadora? Liderança. Grandes líderes inspiram e motivam seus liderados a tomar decisões, a serem mais ativos, a querer e fazer mais.
Simon Sinek, autor e palestrante motivacional, mostra neste vídeo a descoberta que nomeou de "Círculo Dourado". Uma idéia simples que explica o motivo de alguns líderes serem esta fonte de inspiração e ação enquanto outros não o são. Confira:
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
VOA - As Síndromes Executivas
Existem algumas males que impedem executivos de ir além: Vaidade, Orgulho e Arrogância.
Vaidade: Muitos executivos tem sua vaidade exacerbada, são incapazes de reconhecer seus pontos de melhoria e se sustentam por capacidade técnica ou liderança.
Orgulho: Executivos orgulhosos são comuns. Reconhecem sua necessidade de melhoria ou mudança em certos aspectos, mas não conseguem mudar.
Arrogância: É o mal mais comum entre executivos. No geral, quanto mais alta a posição hierárquica maior o grau de arrogância e incapacidade de ouvir os outros.
Executivos, permitam-se refletir!
Executivos, permitam-se refletir!
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
O Tolo Sábio
Todos os dias aquele senhor ia pedir esmolas na feira. As pessoas adoravam vê-lo fazendo o papel de bobo, aplicando o seguinte truque: Mostravam duas moedas, uma valendo mais que a outra. O tolo mendigo sempre escolhia a de menor valor. A história corria por toda a região, e chegou a fazer a fama do homem.
Dia após dia, grupos de homens e mulheres mostravam as duas moedas, e ele sempre ficava com a menor. Até que apareceu um senhor generoso, cansado de ver o pedinte sendo ridicularizado daquela maneira. Ele o chamou a um cantinho pra conversar, e lhe disse:
- Sempre que lhe oferecerem duas moedas, escolha a maior. Assim terá mais dinheiro e não será considerado idiota pelos outros.
O mendigo lhe respondeu:
- O senhor parece ter razão, mas se eu escolher a moeda maior, as pessoas vão deixar de me oferecer dinheiro, para provar que sou mais idiota que elas. O senhor não sabe quanto dinheiro já ganhei, usando este truque.
E acrescentou:
- Não há nada de errado em se passar por tolo, se na verdade o que você está fazendo é inteligente. Às vezes, é de muita sabedoria se passar por tolo e é melhor passar por tolo e ser inteligente do que ter inteligência e usar para fazer tolices.
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